f7efa92d98e23e79780e18c011fb806b.jpeg Reconhecimento e tradição: fundador da Guarani Sport recebe Medalha de Mérito em Palhoça

d2befb5a6ee8a7984f82c73fc376a3ba.jpeg Safra da tainha começa nesta sexta-feira (1) em Palhoça

f18aa1b76a50a233aff6cd946a2a612e.jpeg Campanha de conscientização sobre representatividade política traz dados sobre eleitorado de PH

a90ccf2213cb6dc2a1dc860ca5947f31.jpeg Encontro com lideranças do Frei Damião leva informações sobre projeto de abastecimento de água

014e13578d4df6702c3a1f6bda0f38c3.jpeg A 12ª Feira Home&Decor chega a São José com preços de fábrica e tendências de personalização

05ceaeecece8d27ae011d9eab7b8dcd2.jpeg NICH BURGERS, de Palhoça, se destaca no maior tour gastronômico da América Latina

f917ac5f79df9cfd25c6530f887eb6e1.jpeg Presença maciça do público consolida o sucesso do 2º Rodeio Palhoça

db8fdcabc0c4232bfa716facec451e4a.jpg Instituto Vó Francisca promove manhã gratuita de lazer e cultura no Alto Aririú, no sábado (2)

48d0ac89acf1839b344cac7cd10d33b1.jpeg Atleta de 13 anos conquista título europeu de jiu-jitsu e coleciona troféus

39fcf951f2cd020738d8e535ab8f34b5.jpeg Referência mundial no aikido ministra seminário em Palhoça

ea848fa9d2a8cc8cb09e6303002d7a0e.jpeg Guarani leva gol no último minuto e perde na estreia na Série B do Catarinense

d45dd9f9879349445ccdb98ca157411b.jpg Palhoça recebe competições de jiu-jitsu e taekwondo

8fb6a663cde4b02a7c9d15bedbabf297.jpeg Saneamento é importante para a redução das desigualdades sociais

df5d5ff3b11b88d0ffef72fe1292e8c6.jpeg O saneamento é a chave para proteger a água que não vemos

864bb080524f53cb6f63c54ec9d4b6f9.jpeg Como a iniciativa privada pode transformar o saneamento básico no país

bf95350ffa78af67a89b6776da8f2ae6.jpeg Comprou ou alugou? Atenção à titularidade do cadastro da ligação de água

616911134d1c0068b4f9bcee89653ead.jpeg Vazamentos internos: é possível evitar o desperdício de água e aumento no consumo em PH

Covid-19: Vigilância fará testes na Casa Lar

Notícias de infectados preocupam em instituições públicas e privadas

57bf4ba16eb9d780aa206044b945d70c.jpg Foto: DIVULGAÇÃO

Há quase uma semana, funcionários da Flex Contact Center, localizada na Pedra Branca, estão denunciando um possível descumprimento da empresa em relação às medidas de contenção do novo coronavírus. Os relatos dão conta de que o call center estaria acobertando casos de Covid-19 ativos no local, e expondo os mais de 940 profissionais à doença. Desde a última quinta-feira (11), quando a situação veio à tona, denúncias estão sendo enviadas à Polícia Militar e à Prefeitura. A Vigilância Sanitária afirma, porém, que não houve surto no local.

Segundo os relatos, ao invés de isolar todos os funcionários que trabalhavam com pessoas infectadas, a unidade está realocando alguns empregados para diferentes salas, potencializando a contaminação de outros colegas. “Um menino deu positivo paro o teste da Covid-19. Eles só perguntaram quem estava sentindo alguma coisa, e essas pessoas que falaram que estavam foram afastadas. O restante do pessoal foi redistribuído nos outros call centers”, comenta um dos trabalhadores. As salas permanecem com janelas fechadas durante todo o expediente, e comportam de 15 a 50 empregados, segundo as informações obtidas.

Há uma semana, um casal de funcionários chegou a ser afastado da empresa por suspeita de Covid-19 e, até o momento, não retornou ao trabalho. “O rapaz foi confirmado com coronavírus, e a empresa simplesmente fechou a sala onde eles se encontravam com uma faixa de proteção, e colocou um informativo de ‘fechado para desinfecção’. Foi pedido aos funcionários que ‘abafassem’ o caso sobre o teste positivo”, revela um colega. Os relatos expõem que o número de pessoas debilitadas está em constante aumento. Pelo menos 14 membros do mesmo call center, por exemplo, foram isolados com suspeita da doença após o caso.

Embora o Plano de Contingência da Flex, publicado no site da empresa, revele que, em caso de contaminação do novo coronavírus, deverá ser feito o afastamento dos colegas que tiveram contato com o infectado, as denúncias mostram que nem todos que trabalhavam com os doentes são dispensados para o isolamento domiciliar. As medidas da empresa preveem, por outro lado, um “escoamento de toda a operação para outra sala da mesma unidade, caso seja uma operação muito pequena ou muitas pessoas com possível infecção na mesma sala”. 

A comunicação limitada é uma das questões que mais preocupa, já que, muitas vezes, os profissionais não ficam cientes das ocorrências de confirmação ou suspeita da doença. “Todo mundo fica ocultando. Perguntam e ninguém sabe de nada”, lembra um dos colaboradores. Outro empregado complementa que pessoas de outros setores ficam sabendo dos casos a partir de terceiros. “A empresa tem funcionários afastados por suspeita do Covid-19, e não informaram os outros funcionários”, relata.


Risco para todos

Como todos utilizam os ambientes comuns, os profissionais afirmam que a equipe inteira estaria exposta ao vírus. “Eles teriam que testar todos os funcionários, pois essas pessoas têm contato com outros funcionários, por andarem dentro da empresa”, sugere um colaborador.

Os relatos dão conta, ainda, de que a higienização feita nos espaços coletivos é precária e ineficaz no combate ao vírus. “Na catraca, na entrada, tem uma pessoa limpando, mas no resto do dia não tem ninguém”, afirma. Outro empregado conta que é comum faltar sabão e álcool 70% para uso individual. “No período na noite, quando vamos embora, a empresa não é limpa, porque as sujeiras estão sempre nos mesmo lugares”, complementa.

De acordo com os colaboradores, a empresa tem jogado a responsabilidade pelo cumprimento das medidas de contenção nas mãos da própria equipe. “Não está fazendo a esterilização necessária para os funcionários trabalharem. Quando é feita a troca de turno, cada um precisa limpar sua mesa de trabalho”, comenta. Ele contesta, ainda, a forma como é feita a medição de temperatura: “Utilizam um termômetro que encosta na testa de todos que precisam entrar na empresa”. Ele declara que, durante a espera, há aglomeração na rua.


Fretado da empresa

Embora alguns profissionais já estejam utilizando o transporte coletivo municipal, que voltou a operar em Palhoça na última semana, há colaboradores que ainda precisam dos veículos disponibilizados pela Flex. Um funcionário lamenta, no entanto, que as medidas de higiene não estejam sendo respeitadas durante as viagens: “Os fretados deixam o pessoal do período da tarde e levam embora o pessoal do período da manhã. Porém, não é feita limpeza do mesmo antes dos funcionários entrarem”.


Resposta da Flex

Em nota, a Unidade Continente informa que todos os profissionais com suspeita de Covid-19 estão sendo afastados e aguardam os resultados dos exames. No entanto, afirma que, até o momento, a unidade Pedra Branca não possui nenhum caso confirmado da doença. A empresa reforça que, desde o início da pandemia do novo coronavírus, está seguindo um rígido protocolo de prevenção, pautado pelas diretrizes do Ministério da Saúde e da Organização Mundial de Saúde (OMS), a fim de garantir a saúde e bem-estar de todos os seus profissionais.


Não há surto, segundo a Vigilância Sanitária

Na última sexta-feira (12), a possibilidade de uma operação da Vigilância Sanitária na empresa chegou a ser levantada por populares. A equipe de fiscalização afirma, no entanto, que não houve surto de Covid-19 no local nos últimos dias, e revela que outras vistorias já foram feitas no prédio. Novas operações só devem acontecem quando a Vigilância Epidemiológica divulgar notificações oficiais de casos confirmados do novo coronavírus. 


Covid-19 na Casa Lar

Contemplando as ocorrências do novo coronavírus em estabelecimentos e instituições do município, casos de contaminação de servidores na Casa Lar, onde mais de 40 crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social são acolhidas, estão trazendo uma série de preocupações.

De acordo com a equipe, duas funcionárias já teriam testado positivo para a Covid-19 desde o dia 11 de junho. O abrigo vem solicitando, desde então, uma desinfecção completa do local, bem como a aplicação de testes em massa e a obtenção de equipamentos de proteção individual (EPIs) específicos. Eles afirmam que, no momento, estão trabalhando apenas com luvas, máscaras de proteção, álcool gel e aventais. 

O segundo caso de Covid-19 foi atestado nesta quarta-feira (17). Os trabalhadores afirmam que estão com medo de comparecer à instituição, e lembram que há pessoas que contemplam o grupo de risco da doença no quadro de funcionários. “Entramos em contato até com algumas autoridades que fazem parte dos órgãos fiscalizadores, para que pudessem estar junto, acompanhando esta situação. Até para que nós tivéssemos uma garantia maior de que as providências seriam realmente tomadas”, comenta uma das servidoras. 

A profissional fala que uma ação da Vigilância Sanitária para testagem de todos os funcionários estava marcada para a última segunda-feira (15), mas acabou não acontecendo. “Abandonamos nossos lares, nos aglomeramos no abrigo, com a coordenação ali junto, no intuito de fazer testes. O que aconteceu? Fomos surpreendidos com a Vigilância Epidemiológica, e não a Sanitária, que foi lá só pra fazer um informativo”, relata. Ela comenta que, durante o procedimento, já havia servidores com febre: “Se alguém tivesse um termômetro de toque, já teria evitado que aquele funcionário permanecesse ali”.

Em sessão da Câmara de Vereadores, transmitida nesta segunda-feira (15), o vereador Jean Henrique Dias Carneiro (Jean Negão, Patriota) lembrou que os servidores da casa lidam com uma alta rotatividade de escalas, aumentando as chances de contágio no local. “Essas pessoas têm um contato direto com aquelas crianças, saem de lá e vão para suas casas, se relacionam com outras pessoas, e no outro dia voltam para o abrigo”, complementou. Segundo ele, uma das preocupações é a de que não haja tempo e estrutura do estado caso aconteça um surto de infecção.

O vereador fez um apelo à secretária de Saúde, Sandra Ribeiro de Abreu, bem como ao vereador Rosiney Horácio (PSD), ex-comandante da pasta, para que sejam disponibilizados testes do novo coronavírus às crianças e aos funcionários da Casa Lar. Solicitou, ainda, o encaminhamento de um relatório com os procedimentos realizados no espaço. “Eu, sinceramente, tenho minhas dúvidas se as crianças da Casa Lar realmente estão seguras diante deste processo da pandemia. E eu faço essa suspensão, senhores, porque eu esperava sinceramente que já no próprio sábado o Poder Público Municipal adotasse as providências”, expressou o vereador, que soube dos casos na última sexta-feira (12).

A Vigilância Sanitária afirma que as servidoras que testaram positivo para a Covid-19 estão em isolamento domiciliar, e explica que os colegas que tiveram contato com primeira profissional infectada já foram testados e estão aguardando o resultado do exame. Segundo o setor responsável, porém, a higienização externa, com solução de hipoclorito de sódio, só pode ser feita quando há notificação de surto da doença pela Vigilância Epidemiológica. 

Uma operação conjunta entre as vigilâncias Sanitária e Epidemiológica deve acontecer nesta quinta-feira (18), para testagem de todos os servidores que não estão de atestado. Segundo as informações do abrigo, os exames daqueles que foram dispensados serão agendados pela própria equipe de saúde. A ação vai acontecer na parte externa da instituição, em distância segura, para evitar aglomerações. 

 

Quer participar do grupo do Palhocense no WhatsApp?
Clique no link de acesso!
 



Tags:
Veja também:









Mais vistos

Publicidade

  • ae88195db362a5f2fa3c3494f8eb7923.jpg