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Na grama sintética também nascem craques

Atual camisa 10 da Seleção Brasileira, palhocense Bruna Silva vai defender o Figueirense/Paula Ramos na Liga Fut7

8cc271b4be21d76034d06a4b62953c16.jpeg Foto: DIVULGAÇÃO

De olho em uma convocação para a Copa do Mundo de Seleções, no final do ano, a palhocense Bruna Silva vai defender o Figueirense/Paula Ramos na Liga Fut7, principal competição do futebol 7 brasileiro, que vai reunir as 12 melhores equipes femininas do país entre os dias 12 e 14 de outubro, nas quadras montadas no clube Lausanne Paulista, em São Paulo (SP). 

O evento vai premiar as campeãs com uma viagem para representar o Brasil na Liga das Américas de Clubes de Futebol 7, a Libertadores da modalidade, que será disputada em Montevidéu, no Uruguai; além disso, a competição ainda vale vaga no Campeonato Mundial de Clubes 2018, que será realizado em Curitiba (PR), entre os dias 8 e 10 de dezembro. Como se não bastasse, a Liga Fut7 também deve servir para a comissão técnica da Seleção Brasileira definir a convocação para a Copa do Mundo feminina, entre os dias 11 e 15 de dezembro.

Uma convocação não seria nenhuma “novidade” para a atacante palhocense. Aos 27 anos, Bruna é a atual camisa 10 da equipe canarinho e já acumula uma coleção de títulos na carreira, que começou em 2012. “Comecei a jogar de brincadeira, e foi indo para um hobby. Ainda é um hobby, mas ficou um pouco mais sério agora. O time foi crescendo, a gente foi crescendo junto, tomou proporções maiores”, relembra.

Logo nos primeiros jogos “de brincadeira”, Bruna foi convidada para integrar a equipe do Paula Ramos, tradicional clube de Florianópolis. Já era um passo significativo. Depois que o Paula Ramos fechou a parceria com o Figueirense, a possibilidade de uma “carreira” nas quadras ficou ainda mais real. “Com a parceria com o Figueirense, deu uma subida de patamar, a visibilidade é diferente em um time de camisa”, reflete a jogadora, que já disputou Estadual, Copa do Brasil, Liga das Américas, Mundial de Clubes (sempre colecionando títulos com o Figueirense/Paula Ramos) e no ano passado teve a honra de ser convocada para a Seleção Brasileira, juntamente com outras duas colegas de time. “A gente sempre sonhou com Seleção, mas não acreditava que aconteceria, porque o futebol feminino é deixado um pouco de lado. A gente jogava, claro que os campeonatos eram sérios, mas nada visando à Seleção. Sempre teve promessas, mas a gente nem acreditava mais. No final do ano passado veio isso, e a gente até nem acreditou no começo, mas deu tudo certo”, comemora.

Na última Copa América, disputada no Peru, Bruna integrou a equipe que levou o Brasil ao vice-campeonato - perderam a final, de virada, para as anfitriãs peruanas. “A gente consegue conciliar, ainda, viajar, pega umas férias, mas não dá pra largar o trabalho. Futebol é um hobby mesmo, mas agora tem mais oportunidade, tem mais visibilidade. Tem que trabalhar, e nas horas vagas fazer o que gosta”, receita a jogadora, que é formada em Ciências Contábeis e trabalha no Fórum de Palhoça.

Antes de começar a faculdade, Bruna praticava outro esporte, o judô. Foram 15 anos nos tatames. O esporte está no DNA da família: Bruna é prima da também palhocense Nathalia Parisoto, que faz parte da Seleção Brasileira de judô. Mas o futebol também sempre esteve presente no cotidiano da família, que por ironia do destino, é avaiana. A familiaridade com o futebol ajuda dentro de quadra. E o talento com a bola nos pés permite projetar uma carreira sólida nas quadras, ainda mais considerando o fato de ser uma das protagonistas deste momento de pioneirismo no futebol 7, um esporte que tem crescido muito no país e no mundo todo. “Não esperava, eu jogava porque gostava de competir, sempre fui competitiva, e aí foi atingindo proporções que a gente não imaginava”, pondera a atacante, que admira o futebol da maior jogadora da história do futebol feminino, a brasileira Marta, e também elogia o talento do argentino Lionel Messi e do português Cristiano Ronaldo. Mas quando se trata do futebol dos meninos, a referência não poderia ser outra. “Escolho Neymar por ser brasileiro e por tudo o que ele representa. Às vezes tem aquelas críticas, até concordo, mas é brasileiro e a gente tem que valorizar o que é nosso, e pra mim ele é fera, com a idade que tem já ganhou tudo”, argumenta.

Nos gramados do campos de futebol ou na grama sintética onde costumam ser disputados os torneios de futebol 7, o Brasil continua sendo um celeiro de craques. Que Palhoça continue a contribuir com esta referência! Bruna é um exemplo do potencial do município.



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