Nova ação de abordagem a moradores de rua

Objetivo é o de identificar, orientar e retirar pessoas da rua

e9522b15e53a9ba8ed08b3abc77bfe26.jpg Foto: DIVULGAÇÃO

Atendendo a um pedido recorrente dos cidadãos preocupados com furtos, consumo, tráfico de drogas e crimes contra o patrimônio próximo às suas residências e comércios, a Prefeitura de Palhoça - por meio das secretarias de Assistência Social e Segurança Pública - realizou mais uma ação integrada em parceria com a Polícia Militar com o objetivo de identificar, orientar e retirar pessoas em situação de rua. A operação, que começou às 21h e foi concluída por volta de meia-noite, abordou 20 pessoas em estado de vulnerabilidade social - a maioria com dependência de drogas químicas ou álcool.

“São muitas as reclamações de cidadãos preocupados com a segurança nessas regiões ocupadas. Os reclamantes alegam atos de desordem, uso e tráfico de drogas, alcoolismo, furtos e arrombamentos. Medidas preventivas como essa são necessárias para evitar que alguns pontos de Palhoça se transformem numa ‘cracolândia’, a exemplo do que acontece em grandes cidades”, revelou Alexandre Silveira de Souza, secretário de Segurança Pública.

A operação, organizada pela Secretaria Municipal de Segurança Pública, tenta resguardar também a segurança dos próprios ocupantes das ruas com relatos de miséria e degradação moral, vivendo em “dormitórios” improvisados. “Fazendo a nossa parte, poderemos diminuir gradativamente os focos e concentrações de pessoas em situação de rua”, revela a secretária de Assistência Social, Rosângela Campos.

A operação não teve caráter repressivo. A Polícia Militar acompanhou os trabalhos para oferecer suporte, além de atuar na organização do trânsito nos locais das abordagens.

Ações como essa estão sendo realizadas com frequência em Palhoça. Somente neste ano, a Prefeitura realizou ações de abordagem a moradores de rua de vários pontos da cidade em três oportunidades. Na força-tarefa em parceria com o Conseg da Ponte do Imaruim, Polícia Militar, Polícia Civil e IGP, foi feita identificação, encaminhamento (para cidade de origem, família ou tratamento), teste rápido para DST, cumprimento de mandados de prisão (após checagem de antecedentes criminais) e recolhimento de materiais abandonados como papelão, cobertor e restos de comida.



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